De peões a grandes jogadas: o que aprendi no Adobe Summit 2025



Como analista curioso, exigente e apaixonado por dashboards bem construídos, entrei no Adobe Summit 2025 esperando boas demonstrações. Saí com estratégias, novas siglas e vontade de reorganizar metade do meu stack de MarTech. Aqui estão quatro sessões que realmente merecem atenção.
Sessão 1: Amplify Your Customer Journey Analytics — From Chess with Pawns to Power Plays
A mensagem foi que a análise de jornadas está deixando de ser um exercício apenas descritivo. Recursos de IA podem apoiar perguntas complexas e acelerar a descoberta de padrões. A Adobe demonstrou a ideia de consultar o Customer Journey Analytics em linguagem natural, incluindo análises de funis e sequências entre interações.
Para o analista, o desafio continua sendo compreender o dado, interpretar o contexto e validar se a conclusão faz sentido. A IA ajuda, mas não substitui a definição correta de métricas.
Sessão 2: 8-bit Insights — The Customer Journey Analytics Tips and Tricks Arcade
Esta sessão reuniu técnicas e dicas práticas de CJA. Métricas derivadas, segmentos e análises avançadas mostraram como transformar eventos em respostas úteis. Não basta ter muitos números: é preciso conectá-los às decisões de experiência.
Sessão 3: How to Scale and Transform Your Organization to Omnichannel Communications
A conversa foi além da tecnologia para discutir processos e operação. O exemplo da Costco destacou que a comunicação omnicanal em escala exige alinhamento entre equipes, dados, conteúdo e governança. Ferramentas ajudam, mas a coordenação organizacional determina o resultado.
Sessão 4: AI-Driven Analytics — Adobe's Vision for Customer Journey Analytics
A visão apresentada combina análise, recursos generativos e colaboração. A ideia é ajudar as equipes a explorar comportamentos, formular hipóteses e transformar descobertas em ações mais rapidamente, mantendo profissionais responsáveis pela interpretação.
O que levo do evento
O futuro da análise de clientes tende a ser mais preditivo, generativo e colaborativo. Mas não se resume à IA nem a dashboards: boas decisões continuam dependendo de pessoas que entendem os dados, os clientes e o negócio.
É hora de deixar de movimentar apenas peões e pensar em jogadas maiores. A Adobe já está nesse tabuleiro. E você?



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